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terça-feira, 25 de agosto de 2015

O que o PMDB tem a oferecer para Petrópolis: Três Rios ou Teresópolis?




Tenho defendido que precisamos iniciar um novo ciclo em Petrópolis. Um novo jeito de governar, com mais união, mais decência e eficiência. O que nós temos de mais profundo são os petropolitanos de imenso caráter, acolhedores, solidários e generosos que precisam ter uma administração a sua altura.
Ao governo do PSB não cabe mais a desculpa de que não fez ou faz devido a má gestão anterior. Todos somos testemunhas e detentores de cicatrizes, fruto do péssimo governo do PT em Petrópolis. Porém, a gestão atual perdeu a oportunidade de fazer, não teve capacidade de modernizar, de resolver os problemas da nossa gente.
Por outro lado, seria o PMDB uma alternativa?
Neste sentido, sobre o que poderia ser Petrópolis governada pelo PMDB no futuro próximo, me amparo em apenas dois exemplos de administrações do partido em cidades vizinhas, Teresópolis e Três Rios.
Muitos destacam a administração empreendedora da prefeitura de Três Rios. De fato, uma boa administração de um quadro preparado, que não é titubiante, nem fraco, articulado, com uma capacidade enorme de diálogo e, aparentemente, sem laços com grupos ou facções que queiram dominar e se estabelecer em administrações municipais para se aproveitarem dos escassos recursos públicos.
Por outro lado, a prefeitura de Teresópolis, também governada pelo PMDB, que acabou de ter o seu prefeito afastado devido a má gestão político administrativo. O prefeito municipal quebrou Teresópolis e impôs um retrocesso enorme a nossa cidade vizinha.
Qual dos dois modelos poderiam ser implantados em Petrópolis? Um governo como o de Três Rios com predicados, ou como o de Teresópolis, eivado de denúncias de corrupção com uma péssima gestão?
Temos que ter outro caminho.
Boa reflexão.

terça-feira, 21 de julho de 2015

Incompetência ou ineficiência da prefeitura de Petrópolis?


Lamento a incompetência ou a ineficiência da prefeitura de Petrópolis por não ter realizado nenhum projeto habitacional em um terreno de 46.951m², doado pelo Estado no ano 2014, em Benfica, Itaipava. No dia 02 de julho o governo do Estado revogou a doação do terreno passando o mesmo para a Secretaria de Estado de Habitação para execução de projeto habitacional.

Vamos acompanhar para ver se diferentemente a Secretaria de Habitação terá capacidade de realização. 







segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Denúncia de malversação na prefeitura de Petrópolis


A nota da prefeitura de Petrópolis sobre a exoneração do secretário de educação William Campos não é suficientemente esclarecedora. É preciso que o prefeito de Petrópolis fundamente sua decisão. Nos impressiona que o ex-secretário de educação, que veio especificamente para salvar o governo do PT em Petrópolis, seja exonerado sem uma motivação convincente. Aliás, o próprio ex-secretário se vangloriava de uma enquete na internet que apresentava resultado positivo da satisfação dos petropolitanos com sua administração. É sabido por todos, que o prefeito teria nomeado o diretor de finanças da secretaria de educação para que mantivesse certo controle sobre a pasta. Em matéria veiculada no sitio www.e-tribuna.com.br, em 17 de dezembro de 2011, cujo título é: "Uso de verba da Educação para contratar pessoal é investigado”, foi divulgado denúncia de malversação de dinheiro público na secretaria de educação. Aguardamos, ansiosos, a explicação do prefeito Paulo Mustrangi (PT).

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Deputado Luiz Paulo (PSDB) discursa em defesa da Rua Teresa


Fiz questão de levar ao deputado Luiz Paulo (PSDB) a situação que vive a Rua Teresa. Arbitrariamente a prefeitura de Petrópolis e o governo do Estado querem implantar um projeto de reurbanização que não resolve as maiores dificuldades da Rua. Não podemos confundir o turista que visita o museu imperial com o que realiza compras na Rua Teresa. Os chamados "sacoleiros" precisam de conforto, boa mobilidade, estacionamentos, e não de jardins, plantas ou qualquer outra coisa do tipo. Estamos juntos com a Arte -Associação da Rua Teresa, que legitimamente vem defendendo com veemência a Rua. Não podemos deixar que maltratem, ou como disse o deputado Luiz Paulo em seu discurso, que "violentem" um dos principais setores da economia petropolitana. Não quer isso dizer, entretanto, que não queremos a obra. Clamamos sim, por mais discussão, transparência e democracia! 


Em 13/12/2011:


Sr. Presidente, eu quero agora me remeter à segunda matéria jornalística que, indiretamente, e só por acaso, também diz respeito, em parte, ao Partido dos Trabalhadores e seus aliados. O jornal Tribuna de Petrópolis, publica no dia 09 de dezembro, sexta-feira passada, uma matéria com o seguinte título: “Obras na Rua Teresa podem ficar no papel”. A Rua Teresa, sabe bem V.Exa., é a rua de Petrópolis, 1º Distrito, com o comércio mais forte. Seguramente V.Exa. já lá esteve, comprando, a preço módico, um presente de Natal para sua digna esposa.

Lá o estacionamento é muito difícil e o Governo do Estado preparou um projeto de reurbanização da Rua Teresa. Mas discutiu pouco com os comerciantes e, claro, eles querem sempre conciliar o maior número de vagas possível para seus clientes comprarem em suas lojas. Área comercial, carga e descarga, estacionamento são sempre o ponto nevrálgico em qualquer cidade deste Estado. Como disse, a Secretaria de Obras preparou um projeto, com o qual os comerciantes discordaram. E qual a obrigação do Estado e da Prefeitura? Aprofundar as discussões até o limite do possível.

Vejam a solução que foi dada. Até me admiro, pois está aqui citado o arquiteto Vicente Loureiro, um homem habituado ao diálogo que, segundo a matéria da Tribuna de Petrópolis, teria dito: “O projeto é esse. Se não quiserem, vamos gastar esse dinheiro em outro município”. Isso é de uma violência muito grande! E a própria prefeitura agora entra em cena e afirma: “Vamos implantar esse projeto, gostem ou não gostem.” Tipo manu militari. É essa a transparência? É essa a democracia? É essa a negociação? Ou essas são soluções de força? É difícil, é árduo o debate comunitário, mas é necessário e democrático. Então o que desejamos é que as melhorias venham à Rua Teresa, mas venham da forma mais harmônica possível junto com aqueles que pagam os seus impostos; recolhem o ICMS e ofertam seus produtos a todos nós que frequentamos aquela rua, em Petrópolis.”