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segunda-feira, 24 de novembro de 2014

A pauta do presente - artigo publicado no jornal Tribuna de Petrópolis

Terminado o pleito de 2014 já estamos falando na sucessão municipal, em candidaturas para as próximas eleições – 2016. A discussão é válida, mas antes de mais nada é preciso pautar o presente para encararmos o futuro com determinação e firmeza. A próxima administração municipal precisará inovar com uma gestão eficiente, humana e responsável, aliada a uma visão moderna e de futuro, focada nas novas dinâmicas sociais, no avanço tecnológico e na sustentabilidade do meio ambiente. 
Ações concretas nas áreas de saúde e educação terão sempre prioridades em qualquer programa a ser elaborado. Na área de Saúde, o aumento do acesso a atenção básica é fundamental, bem como ao atendimento especializado com a avaliação periódica do desempenho de serviços e prestadores de serviços. 
Educação também é tema recorrente, pois ainda estamos longe de termos uma qualificação digna dos cidadãos petropolitanos. É necessário que seja ampliado a permanência e anos de estudo da população, como uma forte articulação com a educação básica e ensino superior. Precisamos nos mobilizar para efetivarmos uma política de educação de jovens e adultos que gere uma taxa de alfabetização que alcance a 100%. 
No campo da Gestão, Petrópolis carece de uma reforma administrativa urgente. É importante que haja uma reestruturação organizacional do Poder Executivo, existem hoje 26 pastas entre secretarias e fundações que acumulam quase 300 cargos de livre nomeação. 
Na área de Habitação, existe a carência de 11 mil moradias que devem ser construídas, também sobre Mobilidade Urbana é preciso encarar o problema de forma séria e eficiente, atuando claramente nos gargalos do trânsito de maneira a racionalizar caminhos, minimizar os tempos de deslocamento e criar conforto para os usuários. 
No turismo, nossa principal atividade econômica, é preciso transformar Petrópolis em uma cidade de excelência no turismo de negócios,  integrar o turismo histórico com o ecológico e o de veraneio. Não há integração, por exemplo, entre quem frequenta Itaipava e o centro histórico. É importante ter um olhar mais generoso para todas as áreas da administração municipal. Dessa forma, com a contribuição de todos, é possível melhorar o que já existe e o que deu certo, e trabalhar o novo, para fazer de nossa cidade a melhor cidade do Brasil.
  
Ramon Mello
Secretário do PSDB-Petrópolis

 Artigo publicado no jornal Tribuna de Petrópolis, em 21/11/2014.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Ramon Mello defende redução da maioridade penal

Em conversas com eleitores pelas ruas de Petrópolis, o candidato à deputado federal pelo PSDB, o advogado Ramon Mello, afirmou que irá defender no Congresso Nacional a aprovação do projeto de lei que prevê punições mais rígidas para menores de 18 anos. A proposta amplia a pena máxima para a reincidência em infrações análogas a crimes hediondos de três para oito anos. Segundo Ramon, as mudanças seriam necessárias porque o Estatuto da Criança e do Adolescente não acompanhou as mudanças da sociedade. “O ECA é uma boa lei, garante os direitos dos jovens e dos adolescentes, mas não responde aos casos mais graves reincidentes. Precisamos rever e debatermos, para iniciarmos um duro combate contra a falta de segurança pública que tanto assola as famílias brasileiras”, defendeu o candidato. O projeto propõe três mudanças principais na legislação atual. A primeira é o aumento da penalidade máxima, que passaria de três para oito anos de internação. Essa punição só valeria para as reincidências em infrações análogas a crimes hediondos, como estupro, homicídio e etc. A segunda mudança propõe um regime especial de atendimento, para que o jovem seguisse cumprindo a pena mesmo depois de completados os 21 anos, idade na qual hoje ele é obrigatoriamente solto. Por esse regime, o infrator ficaria internado com jovens da mesma idade, separado tanto dos menores de idade quanto dos adultos de penitenciárias comuns. A proposta prevê ainda a adoção de agravante para adultos que cometam crimes se utilizando de menores e a possibilidade de internação por tempo indeterminado em casos de doenças mentais. Em junho do ano passado, uma pesquisa da Confederação Nacional dos Transportes (CNT), realizada pelo Instituto MDA, constatou que 92,7% dos brgérioasileiros são a favor da redução da maioridade penal. “É inadmissível ver menores cometendo crimes como latrocínios e homicídios. Os jovens não podem ser isentos das responsabilidades pelos seus atos, uma vez que eles possuem total discernimento para assumir a autoria dos delitos praticados junto com maiores criminosos, como liderar quadrilhas, planejar assaltos e, na hora da abordagem, lembrar perfeitamente de informar à autoridade policial que é menor de 18 anos, ao ficar, dessa forma, impune, independentemente do crime cometido. Isso faz com que os menores sejam instrumentos para a prática de crimes nas mãos dos maiores. A impunidade é a motivação maior para que isso aconteça. Como parlamentar, defenderei na Câmara dos deputados a mudança da atual legislação que está em vigor”, finalizou Ramon Mello.

Publicado no Jornal Tribuna de Petrópolis neste Domingo, dia 28/09/14.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Ramon Mello defende mais empregos e sustentabilidade.


O candidato a deputado federal pelo PSDB, o advogado Ramon Mello, tem andado por Petrópolis ao lado do deputado estadual e candidato a reeleição, Luiz Paulo Corrêa da Rocha. No encontro com os eleitores, Ramon tem apresentado suas propostas que pretende defender em Brasília, como projeto para geração de empregos para cidade e incentivo para instalação de empresas sustentáveis. 

Para Ramon os brasileiros estão sofrendo com os desastrosos rumos que o Governo Federal tem dado a economia. O PIB não cresce 1% e a inflação em alta amedronta as famílias e o trabalhador. 

O emprego no Brasil no mês de julho teve o pior resultado dos últimos 15 anos. Em Petrópolis, a situação não é diferente. Ramon levantou dados do Ministério do Trabalho que indicam que a geração de empregos na cidade tem crescido pouco, frisando que um dos problemas é a saída de jovens para o Rio e outras cidades do Estado em busca de bons empregos. 

“Estamos vivendo uma recessão técnica no país, e em Petrópolis a situação também é complicada”, afirma o candidato. O Ministério do Trabalho informa que no período 2009 a 2013, a cidade gerou apenas 7% de empregos formais, em contra partida o Estado gerou 19%. 

Em 2014, Petrópolis teve forte desaceleração do comércio e da indústria de transformação. No comércio, nas confecções e na indústria, têm sido poucas as ofertas de trabalho. Preocupado com esta situação, Ramon será um defensor da redução da carga tributária, com mais investimentos na infraestrutura e que sejam gerados novos empregos. 

“O governo do PT explora que o Brasil vive o pleno emprego, porém, a maioria da população está empregada ganhando apenas dois salários mínimos, muito mal dá para o brasileiro sobreviver”, critica Ramon, lembrando que é visível o crescimento da inflação, principalmente para dona de casa que vai ao mercado. 

Petrópolis precisa que sua economia seja aquecida com a criação de novas oportunidades de emprego, com a instalação de empresas sustentáveis. “O ICMS foi reduzido na Posse, e não foi gerado nenhum emprego. 

A questão não está apenas no incentivo fiscal, tem que haver investimentos em vários setores como os acessos, energia elétrica, telefonia e, principalmente, mão de obra qualificada. Irei defender no Congresso Nacional investimos neste sentido, em todas as regiões do município de Petrópolis para que possamos acelerar a nossa economia”, conclui Ramon.

Texto publicado na Tribuna de petrópolis, domingo, 14/09.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Ramon Mello: “O povo de Petrópolis perdeu um extraordinário homem público, Paulo Gratacós”

“Honroso dever de agradecer-lhe, em nome de Petrópolis, os inestimáveis serviços que prestou sem medir esforços ou poupar sacrifícios à coletividade à qual, como ficou demonstrado, tão nobremente sabe servir.” Essa frase de agradecimento foi dita em 9 de fevereiro de 1966, pelo prefeito da época, Flávio Castrioto, ao então jovem engenheiro Paulo Gratacós pelo seu trabalho na cidade , que foi atingida por fortes temporais, ocasionando os tradicionais problemas que todos conhecem. Mas, essa frase tem uma simbologia enorme, que na época não se tinha dimensão, era apenas um jovem engenheiro trabalhando em defesa dos moradores prejudicados pelas chuvas. O tempo passou, e vimos que aquele jovem continuou contribuindo com os mesmos inestimáveis serviços como prefeito, para a construção de uma sociedade petropolitana mais desenvolvida e justa, sempre com os mesmos esforços e sacrifícios pela coletividade.
“O povo de Petrópolis perdeu um extraordinário homem público. Paulo Gratacós nos deixa um legado enorme de comprometimento com a coisa pública. Altivez, firmeza, liderança, austeridade, eficiência e respeito ao povo são marcas que jamais serão esquecidas de Gratacós, que também foi um político além de seu tempo. Meus sinceros sentimos a família, em especial a nossa querida Lucilla Gratacós.” Disse Ramon Mello. 
Paulo Gratacós, em sua gestão, teve pulso firme, altivo, severo se preciso, mas sereno e equânime em suas decisões, deu dignidade ao cargo, vimos restabelecido o respeito, a credibilidade e Petrópolis reavivou seu período áureo. Petrópolis perde um dos seus mais ilustres homens públicos. Nos resta o reconhecimento pelo seu legado.